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29 de fevereiro de 2012 Renovação da bilhetagem: Inovação

O ano de 2012 começa com uma grande novidade para os clientes internos e externos da empresa, com a migração dos equipamentos de bilhetagem eltrônica, os chamados validadores embarcados.
Os validadores são hoje a interface de comunicação de quase 80% dos clientes da empresa com o sistema integrado. Esta integração não é meramente o pagamento da passagem. Segundo o gerente de logística e responsável pelo projeto de migração desses equipamentos, Marcos Manoel Lopes com os dados da bilhetagem, além dos dados estatísticos básicos, diversos indicadores logísticos podem ser calculados, com grande margem de confiabilidade. Além disso, o uso do cartão eletrônico reflete grande parte dos interesses de deslocamento de nossos clientes. Integrando estes dados a outros processos de avaliação operacional, temos uma poderosa ferramenta de avaliação das necessidades determinando nosso foco de ação.
Ao ser questionado sobre a mudança dos validadores o responsável pelo projeto cita que a renovação busca primeiramente estruturar a empresa a oferecer novos serviços aos clientes, e em segundo, em manter os equipamentos dentro do mesmo nível que exigimos de nossos ônibus, reduzindo assim a incidência de falhas e a velocidade dos processos da bilhetagem para com os clientes internos e externos.
Conforme prevê o planejamento estratégico da empresa, iniciou-se a negociação da renovação dos equipamentos embarcados em 2011. Após diversas reuniões, com demais operadores do sistema (devido ao mesmo ser integrado), sindicato e fornecedor, a empresa decidiu por realiza o investimento em novembro de 2011.

O processo de migração

Os equipamentos foram entregues pelo fornecedor em janeiro de 2012. O departamento de logística da empresa iniciou a estruturação do plano de ação para migração. Reforça o responsável que a migração da bilhetagem eletrônica não é um processo isolado, quando você entende o real impacto deste processo na empresa. Desde 2002, integramos a bilhetagem aos processos de planejamento, ou seja, os dados dos validadores hoje são o principal insumo dos departamentos de operação e do planejamento logístico da empresa. Cita ainda que foi dada ênfase no treinamento dos executantes, e na avaliação do impacto da migração no sistema de gestão da qualidade da empresa. Somos certificados de forma pioneira desde outubro de 2001 na norma ISO 9001. Assim, não existem mais processos isolados dentro da empresa. Uma completa revisão destes procedimentos que tem ligação direta com a bilhetagem está sendo realizado pela equipe. A migração foi estruturada da seguinte maneira:



Primeiramente, manuais, informações em geral e dados que poderiam ser necessários ao processo foram reunidos pela equipe de implantação. Com base nisso, fluxogramas de processos de segurança, instalação e migração foram desenvolvidos. Fichas de controle e avaliação foram aplicadas para que a gestão tivesse um retorno do andamento dos processos. Com isso, o processo de instalação foi iniciado e devidamente monitorado. Um plano de ação formal foi aplicado para acompanhamento de todas as equipes envolvidas, com reuniões periódicas de avaliação e adequação de metas e prazos.
Em outro ramo da migração, iniciou-se a avaliação das melhorias de processo que seriam possíveis com as novas ferramentas, bem como a adequação da normatização interna dos procedimentos da qualidade, evitando que as melhorias não sejam aproveitadas pela organização e seus processos por falhas na comunicação.

Operacionalizando a bilhetagem

O departamento de logística da empresa hoje engloba os processos de logística e tecnologia da informação (SGSI) e bilhetagem. A operacionalização da bilhetagem ocorre de forma a permitir a eficácia do uso das ferramentas disponíveis. Um procedimento foi criado visando definir os preceitos da gestão da bilhetagem, suas responsabilidades e instruções de trabalho que definem passo a passo entradas e saídas de processos da equipe responsável. Em resumo, a empresa instrui normativamente:


O fornecedor da solução: Empresa 1

A escolha do fornecedor foi baseada no histórico da relação que a empresa tem junto a EMPRESA1. Florianópolis adotou pioneiramente tecnologias como a recarga embarcada, a matriz de integração por linha (e não temporal somente) e outras novidades, com o apoio da EMPRESA1. Ao ser indagado do motivo da não migração do fornecedor, o responsável é enfático: "A migração não pode causar problemas aos clientes. Além disso, observamos a migração de grandes centros para a solução que usamos desde 2002, o que nos leva a acreditar que acertamos no projeto original. Além disso, os equipamentos embarcados da EMPRESA1 apresentam baixo índice de manutenção e erros de leitura dos cartões, o que julgamos ser o mais importante.
Por mais que busquemos agregar valor ao produto, com o acesso a informações e outros tipos de serviço, a estrutura de bilhetagem deve, primeiramente ser confiável para a empresa e para o cliente, e com certeza hoje, o programa SIGOM e os equipamentos embarcados da EMPRESA1 atendem as nossas premissas e de nossos clientes. Além disso, o caso Guatemala demonstra o comprometimento do fornecedor com as novas premissas do transporte coletivo na América Latina, fato muito positivo em um parceiro de negócios e provedor de soluções tecnológicas.
Tags: bilhetagem eletrônica

Comentários

29 de fevereiro de 2012 ABILIO B DE O NETO

Uso diariamente a linha executiva Ingleses ( Empresa Canasvieiras). Vejo reclamar que hoje 28/03/2012, o motorista do horário de 07:55hs ( carro 6069), veio com o rádio ligado. Pedi para o mesmo que abaixasse ou desligasse, porém ele se limitou a dizer que ia deixar no mínimo pois tinha pessoas que gostavam de ouvir rádio. Não insisti para não estragar o meu dia numa discussão logo pela manhã. Tenho o direito de conseguir ler ou dormir se desejar, sem ouvir uma música que não me agrada. Hoje todas as pessoas tem celular com FM, se desejarem ouvir sua música podem fazê-lo sem incomodar os outros.
Pago mais por um transporte e exijo os meus direitos. Quero um posicionamento da empresa a respeito. Vou aos jornais, PROCON, Câmara de Vereadores, jornais, onde for preciso pra conquistar o meu direito de um transporte de qualidade.
Att.
ABILIO

29 de fevereiro de 2012 Canasvierias

Prezado Abílio,

O transporte executico é um transporte diferenciado, transporta somente pessoas sentadas, tem ar condicionado, poltronas estofadas e o sistema de som. Digamos que é um pacote ofertado aos clientes. Não poderíamos deixar de ofertar um desses itens sob pena de recebermos multa do poder concedente(Secretaria de Transportes) e/ou uma ação de propaganda enganosa. Para disponibilizar um som ambiente aos passageiros pagamos inclusive a taxa do ECAD.
Orientamos nossos motoristas quanto ao volume do rádio (tem que ser um som ambiente, mais baixo) e também quanto as estações de rádios pré-definidas pela empresa.
Atenciosamente,
Elise
Canasvieiras Transportes

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